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22 de Outubro de 2021
2º Grau
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Superior Tribunal de Justiça STJ - AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL : AREsp 0001402-48.2012.8.16.0108 PR 2017/0002537-1

Superior Tribunal de Justiça
há 5 anos
Detalhes da Jurisprudência
Publicação
DJ 09/03/2017
Relator
Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO
Documentos anexos
Decisão MonocráticaSTJ_ARESP_1039553_d849b.pdf
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Decisão

AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 1.039.553 - PR (2017/0002537-1) RELATOR : MINISTRO LUIS FELIPE SALOMÃO AGRAVANTE : REINALDO BARIAN BOLONHEIZ ADVOGADOS : MICHEL ROGÉRIO DOS SANTOS - PR036438 REINALDO BOLONHEIZ JUNIOR E OUTRO (S) - PR046665 AGRAVADO : HERBIOESTE HERBICIDAS LTDA ADVOGADO : NORTON EMMEL MUHLBEIER E OUTRO (S) - PR022720 DECISÃO 1. Cuida-se de agravo interposto por REINALDO BARIAN BOLONHEIZ em face de decisão que não admitiu o seu recurso especial. 2. A irresignação não merece prosperar. A parte agravante não rebate, de forma específica, clara e fundamentada, os argumentos da decisão agravada de incidência dos óbices da súmulas 7/STJ e 283 e 284/STF. Essa circunstância obsta, por si só, a pretensão recursal, pois à falta de contrariedade, permanecem incólumes os motivos expendidos pela decisão recorrida. Era esse o entendimento segundo a inteligência do disposto no inciso I,do § 4º, do art. 544 do Código de Processo Civil de 1.973, incluído pela Lei nº 12.322/2010, que tratava da sistemática dos agravos contra os despachos denegatórios dos recursos dirigidos a esta Corte e consigna ser dever do agravante atacar especificamente os fundamentos da decisão agravada, sob pena de não conhecimento de sua irresignação. Nesse sentido: AgRg no Ag 1270282/RS, Rel. Min. Paulo de Tarso Sanseverino, Terceira Turma, DJe 17/02/2012 e AgRg no Ag 1327361/MG, Rel. Ministra Maria Isabel Gallotti, Quarta Turma. E continua a ser esse o entendimento na vigência do Novo Código de Processo Civil, ao estipular que o relator não deve conhecer de recurso que não tenha impugnado especificamente os fundamentos da decisão recorrida (art. 932, III, Novo CPC). Ressalte-se que o art. 253, parágrafo único, I, do RISTJ também estabelece como ônus do agravante a impugnação a todos os fundamentos da decisão recorrida, sob pena de ver o seu agravo não conhecido. 3. Ante o exposto, não conheço do agravo. Publique-se. Intimem-se. Brasília, 21 de fevereiro de 2017. MINISTRO LUIS FELIPE SALOMÃO Relator
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