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30 de Junho de 2022
  • 2º Grau
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Superior Tribunal de Justiça
há 4 anos

Detalhes da Jurisprudência

Órgão Julgador

T3 - TERCEIRA TURMA

Publicação

DJe 02/02/2018

Julgamento

12 de Dezembro de 2017

Relator

Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE

Documentos anexos

Inteiro TeorSTJ_EDCL-AGINT-RESP_1656221_c672e.pdf
Certidão de JulgamentoSTJ_EDCL-AGINT-RESP_1656221_def78.pdf
Relatório e VotoSTJ_EDCL-AGINT-RESP_1656221_c5c65.pdf
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Inteiro Teor

Superior Tribunal de Justiça
Revista Eletrônica de Jurisprudência
Exportação de Auto Texto do Word para o Editor de Documentos do STJ
EDcl no AgInt no RECURSO ESPECIAL Nº 1.656.221 - SP (2017⁄0040567-5)
RELATOR : MINISTRO MARCO AURÉLIO BELLIZZE
EMBARGANTE : EUROPA BRASIL EMPREENDIMENTO IMOBILIARIO SPE LTDA
EMBARGANTE : CYRELA IBERIA EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS LTDA
ADVOGADOS : CARLA MALUF ELIAS E OUTRO (S) - SP110819
RUBENS CARMO ELIAS FILHO E OUTRO (S) - SP138871
DANILO DE BARROS CAMARGO E OUTRO (S) - SP305565
EMBARGADO : CARLOS JOSE CAETANO
EMBARGADO : GISELE QUARESMA CAETANO
ADVOGADO : ANA PAULA DIMARZIO DE FARIAS - SP256042
INTERES. : LUCIO-ENGENHARIA E CONSTRUCOES LTDA
ADVOGADOS : CARLA MALUF ELIAS E OUTRO (S) - "AMICUS CURIAE" - SP110819
RUBENS CARMO ELIAS FILHO E OUTRO (S) - SP138871
DANILO DE BARROS CAMARGO E OUTRO (S) - SP305565
INTERES. : ORCADAS PARTICIPACOES S⁄A
ADVOGADOS : MARCOS MARTINS DA COSTA SANTOS E OUTRO (S) - SP072080
MARLI EMIKO FERRARI OKASAKO E OUTRO (S) - SP114096
EMENTA
EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO INTERNO NO RECURSO ESPECIAL. 1. OMISSÃO NÃO CONFIGURADA. 2. SUSPENSÃO DO FEITO EM RAZÃO DE ADMISSIBILIDADE DE RECURSO REPETITIVO. IMPOSSIBILIDADE. INEXISTÊNCIA DE PREVISÃO LEGAL QUE IMPONHA AOS MEMBROS DESTA CORTE A SUSPENSÃO DOS RECURSOS QUE JÁ SE ENCONTRAM NO STJ. 3 . EMBARGOS DE DECLARAÇÃO REJEITADOS.
1. Os embargos de declaração têm ensejo quando há obscuridade, contradição, omissão ou erro material no julgado, conforme o disposto no art. 1.022 do CPC⁄2015, o que não é o caso dos autos.
2. É assente na jurisprudência deste STJ o entendimento de que a afetação de determinado recurso ao rito dos recursos repetitivos não implica a suspensão ou sobrestamento das demais ações já em curso nesta Corte, mas apenas as em trâmite nos Tribunais de origem.
3. Embargos de declaração rejeitados.
ACÓRDÃO
Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas taquigráficas a seguir, por unanimidade, rejeitar os embargos de declaração, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator.
Os Srs. Ministros Moura Ribeiro, Nancy Andrighi, Paulo de Tarso Sanseverino e Ricardo Villas Bôas Cueva votaram com o Sr. Ministro Relator.
Brasília, 12 de dezembro de 2017 (data do julgamento).
MINISTRO MARCO AURÉLIO BELLIZZE, Relator
EDcl no AgInt no RECURSO ESPECIAL Nº 1.656.221 - SP (2017⁄0040567-5)
RELATÓRIO

O SENHOR MINISTRO MARCO AURÉLIO BELLIZZE:

Cuida-se de embargos de declaração opostos por Europa Brasil Empreendimento Imobiliário SPE Ltda. e outra ao acórdão de fls. 676-679 (e-STJ), que negou provimento ao agravo interno, nos termos da seguinte ementa:

AGRAVO INTERNO NO RECURSO ESPECIAL. COMPROMISSO DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL. ATRASO NA ENTREGA DO IMÓVEL. 1. OMISSÃO NÃO CONFIGURADA. 2. MULTA CONTRATUAL. INVERSÃO. POSSIBILIDADE. SÚMULA N. 83 DO STJ. 3. LUCROS CESSANTES. DANO PRESUMIDO. CABIMENTO. SÚMULA N. 83 DO STJ. 4. AGRAVO INTERNO IMPROVIDO.
1. Não viola o artigo 535 do Código de Processo Civil de 1973, nem importa negativa de prestação jurisdicional o acórdão que adota, para a resolução da causa, fundamentação suficiente, porém diversa da pretendida pelo recorrente, para decidir de modo integral a controvérsia dos autos.
2. É possível a inversão da cláusula penal moratória em favor do consumidor, na hipótese de inadimplemento do promitente vendedor, consubstanciado na ausência de entrega do imóvel no prazo pactuado. Precedentes.
3. Nos termos da jurisprudência do STJ, o atraso na entrega do imóvel enseja pagamento de indenização por lucros cessantes durante o período de mora do promitente vendedor, sendo presumido o prejuízo do promitente comprador.
4. Agravo interno improvido.

Nas razões recursais, as embargantes alegam que as discussões relativas à inversão da cláusula penal em favor do consumidor e à possibilidade de cumulação ou não da indenização por lucros cessantes com a cláusula penal, nos casos de inadimplemento do vendedor em decorrência do atraso na entrega do imóvel, são objetos de 4 (quatro) recursos especiais repetitivos nos Estados de Santa Catarina e Distrito Federal.

Pontuam omissão quanto à suspensão do feito de ofício, antes do julgamento do agravo interno, porquanto as questões discutidas nos autos são as mesmas dos recursos afetados.

Pleiteiam a suspensão do processo até posterior julgamento dos recursos repetitivos representativos da controvérsia.

Sem impugnação (e-STJ, fl. 683).

É o relatório.

EDcl no AgInt no RECURSO ESPECIAL Nº 1.656.221 - SP (2017⁄0040567-5)
VOTO

O SENHOR MINISTRO MARCO AURÉLIO BELLIZZE (RELATOR):

A irresignação não merece prosperar.

Inicialmente, frise-se que apenas são cabíveis os aclaratórios quando existir no julgado omissão, contradição ou obscuridade, nos termos do art. 1.022 do Código de Processo Civil de 2015, situação que não se observa na espécie.

No caso em apreço, o acórdão recorrido foi publicado no DJe de 19⁄1⁄2016 (e-STJ, fl. 489), e o recurso especial foi interposto no dia 12⁄5⁄2016 (e-STJ, fl. 509).

De outro lado, os REsps n. 1.498.484⁄SC, 1.635.428⁄SC, 1.614.721⁄DF e 1.631.485⁄DF foram afetados por decisão do Ministro Luis Felipe Salomão, com publicação no DJe em 3⁄5⁄2017.

A jurisprudência desta Corte firmou posicionamento no sentido de que a determinação de suspensão dos processos prevista no art. 543-C do antigo Código de Processo Civil, correspondente ao art. 1.037, II, do atual CPC, somente atinge os recursos em trâmite perante os Tribunais locais, não se aplicando aos processos em andamento nesta Corte Superior.

Confiram-se:

AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. PRINCÍPIO DA UNIRRECORRIBILIDADE. PRECLUSÃO CONSUMATIVA. RECURSO QUE DEIXA DE IMPUGNAR ESPECIFICAMENTE OS FUNDAMENTOS DA DECISÃO ORA AGRAVADA. INCIDÊNCIA DOS ARTS. 932, III, E 1.021, § 1º, DO CPC⁄2015 E DA SÚMULA 182 DO STJ. RECURSO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL. APLICAÇÃO DE MULTA. ART. 1.021, § 4º, CPC. SUSPENSÃO DO FEITO EM RAZÃO DE ADMISSIBILIDADE DE RECURSO REPETITIVO. IMPOSSIBILIDADE. INEXISTÊNCIA DE PREVISÃO LEGAL QUE IMPONHA AOS MEMBROS DESTA CORTE A SUSPENSÃO DOS RECURSOS QUE JÁ SE ENCONTRAM NO STJ EM TAL CASO. AGRAVOS NÃO CONHECIDOS. 1. Revela-se defesa a interposição simultânea de dois agravos contra o mesmo ato judicial, ante o princípio da unirrecorribilidade e a ocorrência da preclusão consumativa, o que reclama o não conhecimento da segunda insurgência. 2. A jurisprudência deste Sodalício firmou posicionamento no sentido de que a determinação de suspensão dos processos prevista no art. 543-C do antigo Código de Processo Civil, correspondente ao art. 1.037, II, do atual CPC, somente atinge os recursos em trâmite perante os Tribunais locais, não se aplicado aos processos em trâmite nesta Corte Superior. Precedentes. 3. Inexistindo impugnação específica, como seria de rigor, aos fundamentos da decisão ora agravada, essa circunstância obsta, por si só, a pretensão recursal, pois, à falta de contrariedade, permanecem incólumes os motivos expendidos pela decisão recorrida. Incide na espécie o disposto no arts. 932, III e 1.021, § 1º, do Código de Processo Civil de 2015 e a Súmula n. 182 do Superior Tribunal de Justiça. 4. O recurso mostra-se manifestamente inadmissível, a ensejar a aplicação da multa prevista no artigo 1.021, § 4º, do CPC, no percentual de 1% sobre o valor atualizado da causa, ficando a interposição de qualquer outro recurso condicionada ao depósito da respectiva quantia, nos termos do § 5º, do citado artigo de lei. 5. Agravos internos de fls. 432⁄628 e 629⁄825 não conhecidos, com aplicação de multa.
(AgInt no AREsp n. 1.089.644⁄PR. Relator Ministro Luis Felipe Salomão, Quarta Turma, DJe 15⁄9⁄2017).
AGRAVO INTERNO NO AGRAVO (ART. 544 DO CPC⁄73)- AÇÃO DE CONCESSÃO DE SUPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA - DECISÃO MONOCRÁTICA DA LAVRA DESTE SIGNATÁRIO QUE NEGOU PROVIMENTO AO RECLAMO. IRRESIGNAÇÃO DOS AUTORES. 1. Segundo a consolidada jurisprudência desta Corte Superior, é inadmissível, em sede de agravo interno, a adição de teses não expostas no recurso especial, caracterizando-se tal procedimento como indevida inovação recursal. 2. É assente na jurisprudência deste STJ o entendimento de que a afetação de determinado recurso ao rito dos recursos repetitivos não implica a suspensão ou sobrestamento das demais ações já em curso nesta Corte, mas apenas, as em trâmite nos Tribunais de origem. Precedentes. 3. Nos termos do entendimento firmado pela Segunda Seção deste STJ em sede de recursos repetitivos: "Nos planos de benefícios de previdência privada patrocinados pelos entes federados - inclusive suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e empresas controladas direta ou indiretamente -, para se tornar elegível a um benefício de prestação que seja programada e continuada, é necessário que o participante previamente cesse o vínculo laboral com o patrocinador, sobretudo a partir da vigência da Lei Complementar n. 108⁄2001, independentemente das disposições estatutárias e regulamentares." (REsp 1433544⁄SE, Rel. Ministro Luis Felipe Salomão, Segunda Seção, julgado em 09⁄11⁄2016, DJe 01⁄12⁄2016). 4. O participante tem mera expectativa de que permanecerão íntegras as regras vigentes no momento de sua adesão ao plano de previdência complementar fechada. Alterações posteriores do regime a ele se aplicarão, pois não há direito adquirido a regime jurídico. 5. Agravo interno desprovido.
(AgInt no AREsp n. 874.490⁄SE. Relator Ministro Marco Buzzi, Quarta Turma, DJe 3⁄5⁄2017).
PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL. RECURSO MANEJADO SOB A ÉGIDE DO CPC⁄73. AÇÃO INDENIZATÓRIA. DANO MORAL E MATERIAL. OFENSA AO ART. 267, VI, DO CPC⁄73. ILEGITIMIDADE ATIVA. NÃO OCORRÊNCIA. SIDERÚRGICA. DANO AMBIENTAL. RESPONSABILIDADE OBJETIVA. NEXO DE CAUSALIDADE COMPROVADO. REFORMA. SÚMULA Nº 7 DO STJ. JUROS DE MORA E CORREÇÃO MONETÁRIA. TERMO INICIAL. SÚMULAS NºS 54 E 362 DO STJ. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. REDUÇÃO. DESNECESSIDADE. VERBA FIXADA COM RAZOABILIDADE. 1. Inaplicabilidade do NCPC neste julgamento ante os termos do Enunciado nº 2 aprovado pelo Plenário do STJ na sessão de 9⁄3⁄2016: Aos recursos interpostos com fundamento no CPC⁄1973 (relativos a decisões publicadas até 17 de março de 2016) devem ser exigidos os requisitos de admissibilidade na forma nele prevista, com as interpretações dadas até então pela jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça. 2. Impossibilidade de análise da ilegitimidade ativa, porquanto reconhecida pela Corte de origem com base nos fatos da causa. Incidência do óbice contido da Súmula nº 7 do STJ. 3. Tendo o Tribunal local comprovado o ato ilícito, o dano e o nexo de causalidade, ficou configurado o dever de indenizar. Refutar tal entendimento esbarra na já citada Súmula nº 7 desta Corte. 4. Consolidou-se nesta Corte o entendimento de que, em se tratando de responsabilidade extracontratual, como é o caso dos autos, os juros de mora fluirão a partir do evento danoso (Súmula nº 54 do STJ) e o termo inicial da atualização da indenização fixada a título de dano moral situa-se na data do arbitramento (Súmula nº 362 do STJ). 5. Embora a matéria atinente ao termo inicial dos juros de mora tenha sido afetada como recurso repetitivo (tema 925), o entendimento firmado nesta Corte é no sentido de que a suspensão dos feitos afetados no regime do recurso repetitivo não alcança os recursos anteriormente em trâmite no Superior Tribunal de Justiça. 6. É possível a revisão do valor fixado a título de verba honorária desde que ela tenha sido arbitrada de forma irrisória ou exorbitante, fora dos padrões da razoabilidade, o que não ocorre no caso vertente. 7. Não se conhece do recurso especial interposto pela divergência jurisprudencial na hipótese em que o dissídio é apoiado em fatos e não na interpretação da lei. Isso porque a Súmula nº 7 do STJ também se aplica aos recursos especiais interpostos pela alínea c, do permissivo constitucional. Precedente: AgRg no Ag 1.276.510⁄SP, Rel. Ministro PAULO FURTADO (Desembargador Convocado do TJ⁄BA), DJe 30⁄6⁄2010. 8. Agravo regimental não provido.
(AgRg no AREsp n. 820.193⁄MA. Relator Ministro Moura Ribeiro, Terceira Turma, DJe 9⁄3⁄2017).
PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. ALEGADA OFENSA AO ART. 535 DO CPC⁄1973. INEXISTÊNCIA. MERA INSATISFAÇÃO COM O JULGADO. SUSPENSÃO PELO RITO DOS RECURSOS REPETITIVOS. IMPOSSIBILIDADE. MULTA DIÁRIA (ASTREINTES) FIXADA COM O OBJETIVO DE ASSEGURAR O FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO. LEGITIMIDADE. ART. 461, § 5º, DO CPC⁄1973. VALOR DA MULTA. REVISÃO. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA 7⁄STJ. RECURSO NÃO PROVIDO. 1. A solução integral da controvérsia, com fundamento suficiente, não caracteriza ofensa ao art. 535 do CPC⁄1973. 2. A Primeira Seção do STJ, segundo o disposto no art. 543-C do CPC⁄1973, decidiu que, "tratando-se de fornecimento de medicamentos, cabe ao Juiz adotar medidas eficazes à efetivação de suas decisões, podendo, se necessário, determinar até mesmo, o sequestro de valores do devedor (bloqueio), segundo o seu prudente arbítrio, e sempre com adequada fundamentação" (REsp 1.069.810⁄RS, Relator Ministro Napoleão Nunes Maia Filho, Primeira Seção, DJe de 6.11.2013). 3. Rever o entendimento consignado pela Corte local quanto à não exorbitância das astreintes arbitradas requer revolvimento do conjunto fático-probatório, visto que a instância a quo utilizou elementos contidos nos autos para alcançar tal entendimento. Aplicação da Súmula 7⁄STJ. 4. A jurisprudência desta Corte é pacífica no sentido de que a suspensão dos recursos que tratam de idêntica controvérsia, prevista no art. 543-C do CPC⁄1973, dirige-se aos Tribunais de origem, não atingindo os recursos em trâmite nesta Corte. 5. Agravo Interno não provido.
(AgInt no AREsp n. 929.114⁄PE. Relator Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe 1⁄2⁄2017).

Observa-se, assim, que as embargantes, na realidade, buscam, por meio dos aclaratórios, a rediscussão da matéria já julgada de maneira inequívoca. Essa pretensão, contudo, não está em harmonia com a natureza e a função do recurso integrativo.

Ante o exposto, rejeito os embargos de declaração.

É como voto.

CERTIDÃO DE JULGAMENTO
TERCEIRA TURMA
EDcl no AgInt no
Número Registro: 2017⁄0040567-5
REsp 1.656.221 ⁄ SP
Números Origem: 10086908920148260008 20150000713536 20160000238830
PAUTA: 12⁄12⁄2017 JULGADO: 12⁄12⁄2017
Relator
Exmo. Sr. Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE
Presidente da Sessão
Exmo. Sr. Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE
Subprocurador-Geral da República
Exmo. Sr. Dr. ROGÉRIO DE PAIVA NAVARRO
Secretária
Bela. MARIA AUXILIADORA RAMALHO DA ROCHA
AUTUAÇÃO
RECORRENTE : EUROPA BRASIL EMPREENDIMENTO IMOBILIARIO SPE LTDA
RECORRENTE : ORCADAS PARTICIPACOES S⁄A
RECORRENTE : LUCIO-ENGENHARIA E CONSTRUCOES LTDA
RECORRENTE : CYRELA IBERIA EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS LTDA
ADVOGADOS : CARLA MALUF ELIAS E OUTRO (S) - SP110819
RUBENS CARMO ELIAS FILHO - SP138871
DANILO DE BARROS CAMARGO E OUTRO (S) - SP305565
RECORRIDO : CARLOS JOSE CAETANO
RECORRIDO : GISELE QUARESMA CAETANO
ADVOGADO : ANA PAULA DIMARZIO DE FARIAS - SP256042
ASSUNTO: DIREITO CIVIL - Coisas - Promessa de Compra e Venda
EMBARGOS DE DECLARAÇÃO
EMBARGANTE : EUROPA BRASIL EMPREENDIMENTO IMOBILIARIO SPE LTDA
EMBARGANTE : CYRELA IBERIA EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS LTDA
ADVOGADOS : CARLA MALUF ELIAS E OUTRO (S) - SP110819
RUBENS CARMO ELIAS FILHO E OUTRO (S) - SP138871
DANILO DE BARROS CAMARGO E OUTRO (S) - SP305565
EMBARGADO : CARLOS JOSE CAETANO
EMBARGADO : GISELE QUARESMA CAETANO
ADVOGADO : ANA PAULA DIMARZIO DE FARIAS - SP256042
INTERES. : LUCIO-ENGENHARIA E CONSTRUCOES LTDA
ADVOGADOS : CARLA MALUF ELIAS E OUTRO (S) - "AMICUS CURIAE" - SP110819
RUBENS CARMO ELIAS FILHO E OUTRO (S) - SP138871
DANILO DE BARROS CAMARGO E OUTRO (S) - SP305565
INTERES. : ORCADAS PARTICIPACOES S⁄A
ADVOGADOS : MARCOS MARTINS DA COSTA SANTOS E OUTRO (S) - SP072080
MARLI EMIKO FERRARI OKASAKO E OUTRO (S) - SP114096
CERTIDÃO
Certifico que a egrégia TERCEIRA TURMA, ao apreciar o processo em epígrafe na sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão:
A Turma, por unanimidade, rejeitou os embargos de declaração, nos termos do voto do (a) Sr (a) Ministro (a) Relator (a).
Os Srs. Ministros Moura Ribeiro, Nancy Andrighi, Paulo de Tarso Sanseverino e Ricardo Villas Bôas Cueva votaram com o Sr. Ministro Relator.

Documento: 1668751 Inteiro Teor do Acórdão - DJe: 02/02/2018
Disponível em: https://stj.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/549835444/embargos-de-declaracao-no-agravo-interno-no-recurso-especial-edcl-no-agint-no-resp-1656221-sp-2017-0040567-5/inteiro-teor-549835461

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